25/05/2017

Mais uma vez os cedaeanos foram exemplo de resistência nas ruas do Rio e em Brasília

Entre uma forte repressão do lado de fora da Alerj, a maioria dos deputados estaduais mais uma vez traiu a população do Rio de Janeiro e os servidores do estado. Depois de terem aprovado a venda da Cedae, no dia 24 de maio, por 39 a 26, os parlamentares, com forte pressão do governo Pezão, aceitaram o aumento de 11% para 14% da alíquota previdenciária dos servidores.

 

Entre os trabalhadores do estado, a categoria cedaeana foi quem teve a maior presença na porta da Alerj, resistindo bravamente às bombas e aos ataques da polícia. São mais de 450 mil servidores públicos e a maior parte era de funcionários da Cedae. Precisávamos ter muito mais gente lá para barrar esse ataque aos trabalhadores.

 

O presidente do Sintsama-RJ, Humberto Lemos, lembrou o porquê da manifestação e defendeu a derrubada do governador do estado e do presidente da República.

 

“Nós ocupamos o espaço para não deixar passar o pacote de maldades do pezão porque ele é um crime contra o estado do Rio de Janeiro. Deixamos de ir para Brasília para não enfraquecer o ato aqui no Rio de Janeiro. Os trabalhadores da CEDAE e do INEA estão aqui para impedir esse ato criminoso contra o povo do Rio de Janeiro e para arrastar e tirar esses deputados e esse governador do Palácio do Guanabara e da ALERJ. Seja agora, ou nas eleições, o povo não aguenta mais esse desgoverno. Fora Pezão e Fora Temer”.

 

Violência nas ruas

A falta de compromisso com a democracia dos governos do PMDB mais uma vez falou mais alto. Os ataques da polícia militar e da força nacional aos trabalhadores mais uma vez ganharam as ruas do centro da cidade.  A votação que tirou direitos dos servidores públicos se deu simultaneamente ao ato que reunia milhares de servidores públicos estaduais para protestar contra o pacote de maldades do governador Pezão. O ato, que se concentrava pacificamente até as 15h, foi subitamente coberto de bombas de gás lacrimogêneo das forças de repressão que compareceram ao ato com armas, veículos de guerra e toda sua força desproporcional a serviço de golpes na classe trabalhadora.

 

Favoráveis ao aumento

Ana Paula Rechuan (PMDB)

André Ceciliano (PT)

André Corrêa (DEM)

Aramis Brito (PHS)

Átila Nunes (PMDB)

Benedito Alves (PRB)

Carlos Macedo (PRB)

Chiquinho da Mangueira (PTN)

Cidinha Campos (PDT)

Coronel Jairo (PMDB)

Danielle Guerreiro (PMDB)

Dica (PTN)

Dionísio Lins (PP)

DR. Deodalto (DEM)

Dr. Gotardo (PSL)

Edson Albertassi (PMDB)

Fábio Silva (PMDB)

Fatinha (SDD)

Figueiredo (PROD)

Geraldo Moreira (PTN)

Geraldo Pudim (PMDB)

Gil Viana (PSB)

Gustavo Tutuca (PMDB)

Iranildo Campos (PSD)

João Peixoto (PSDC)

Jorge Picciani (PMDB)

Luiz Martins (PDT)

Marcos Abrahão (PT do B)

Marcos Vinicius (PTB)

Milton Rangel (DEM)

Nivaldo Mulim (PR)

Carlos Osorio (PSDB)

Paulo Melo (PMDB)

Rafael Picciani (PMDB)

Renato Cozzolino (PR)

Rosenverg Reis (PMDB)

Tia Ju (PRB)

Zé Luiz Anchite (PP)

Zito (PP)

Quem votou contra o aumento:

Bebeto (PDT)

Bruno Dauaire (PR)

Carlos Minc (sem partido)

Comte Bittencourt (PPS)

Dr. Julianelli (REDE)

Eliomar Coelho (PSOL)

Enfermeira Rejane (PC do B)

Flávio Bolsonaro (PSC)

Flavio Serafini (PSOL)

Gilberto Palmares (PT)

Jânio Mendes (PDT)

Jorge Felippe Neto (DEM)

Lucinha (PSDB)

Luiz Paulo (PSDB)

Marcelo Freixo (PSOL)

Márcio Pacheco (PSC)

Martha Rocha (PDT)

Paulo Ramos (PSOL)

Samuel Malafaia (DEM)

Silas Bento (PSDB)

Tio Carlos (SDD)

Wagner Montes (PRB)

Waldeck Carneiro (PT)

Wanderson Nogueira (PSOL)

Zaqueu Teixeira (PDT)

Zeidan (PT)

 

Ausentes e licenciado:

Filipe Soares (DEM) Faltou

Marcelo Simão (PMDB) Faltou

Marcia Jeovani (DEM) Faltou

Marcos Muller (PHS) Faltou

Pedro Augusto (PMDB) Licenciado

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