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ONU decreta falência mundial da água


Estudo da ONU relata que lagos, rios e aquíferos estão em colapso e colocam em risco a produção mundial de alimentos. Segundo a ONU, sistemas hidrológicos importantes chegaram num ponto sem volta. Ou seja, a água extraída é muito maior que a reposição natural. Isso significa que muitos desses lugares não podem mais ser restaurados.


Os dados do estudo indicam ainda que metade dos grandes lagos do mundo, dos quais 25% da humanidade depende, perderam água desde o início da década de 1990. Além disso, 70% dos principais aquíferos apresentam declínio. 


Para os autores do relatório, os governos devem focar na “gestão da falência”, prevenindo danos irreversíveis, transformando setores que consomem muita água e priorizando transições justas para comunidades vulneráveis.


Na questão dos aquíferos, o Brasil se destaca por possuir a maior reserva de água doce do mundo, concentrando cerca de 12% do total. É o caso dos grandes aquíferos, como o Sistema Aquífero Grande Amazônia (SAGA) e o Aquífero Guarani, dois enormes reservatórios.

A água, que é um direito fundamental para a vida, não pode ser tratada como mercadoria. O centro do debate deve ser a preservação e a segurança dos mananciais, aquíferos, nascentes e das captações de água.


Portanto, é imprescindível a atuação das empresas públicas de saneamento na preservação da segurança hídrica e na soberania nacional.


“É preciso garantir um mínimo existencial de água para o ser humano, com uma tarifa social para quem não pode pagar. Nossa experiência mostra que somente as empresas públicas de saneamento podem manter esse papel e dar dignidade para as pessoas”, salienta o presidente do Sintsama-RJ, Vítor Duque.

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