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Sintsama-RJ denuncia irregularidades nos contratos entre Cedae e concessionárias

Presidente Vítor Duque na audiência pública pelo Dia Mundial da Água
Presidente Vítor Duque na audiência pública pelo Dia Mundial da Água

A Comissão de Saneamento Ambiental, da Alerj, cobrou da Agenersa a revisão dos contratos firmados entre a Cedae e as concessionárias responsáveis pelos serviços água e esgoto no Estado do Rio de Janeiro.

 

Na audiência pública, o presidente do Sintsama-RJ, Vítor Duque, também denunciou as irregularidades nos contratos entre Cedae e concessionárias e criticou a qualidade dos serviços e a relação com os funcionários das terceirizadas: “Falta de equipamentos, salários baixos e a população sofre porque não tem o serviço de qualidade prestado”, reforçou.


Sintsama-RJ cobra do presidente da Rio+Saneamento melhorias para os trabalhadores


Após o final da audiência pública realizada na Alerj, o presidente do Sintsama-RJ, Vítor Duque, conversou com o presidente da Rio+Saneamento e solicitou uma reunião urgente para resolver os problemas dos trabalhadores na empresa.


“Hoje, vemos a precarização da mão de obra dos trabalhadores, que convivem com péssimas condições de trabalho, sem EPIs adequados. Além disso, a Rio+Saneamento está com o Acordo Coletivo atrasado há quase 8 meses, e ano passado foi a mesma coisa. Os trabalhadores entram nessa empresa já pensando em sair. É preciso valorizar esses companheiros, eles merecem respeito por parte da empresa”, destacou Vítor Duque


Na audiência, Vítor também disse que é preciso resolver a questão da insalubridade dos demais trabalhadores, tanto na Rio+Saneamento, quanto da Iguá e da Águas do Rio, entre outras empresas.


Audiência  

“A Comissão cobra sempre por uma água de qualidade e com preço justo. É preciso urgentemente fazer alterações neste contrato para que o consumo do metro cúbico possa diminuir, de modo que o sistema não entre em colapso. Vamos enviar também um ofício à Agenersa, para que haja acesso aos dados referentes à qualidade da água, uma vez que o Ministério Público afirmou nesta audiência que não encontrou esses indicadores”, disse o presidente da comissão, deputado Jari Oliveira (PSB).


A representante do Comitê de Monitoramento da Fiocruz, Adriana Sotero, destacou a dificuldade do órgão em ter acesso a dados para compor os relatórios. “Após reunião com o Ministério Público tivemos acessos a alguns dados. Mas desde o ano passado não tivemos mais. Só foram entregues relatórios anuais de 2022 e 2023, sem o de 2024”, salientou.


A Defensora Pública, Luciana Telles, e as promotoras do Ministério Público também criticaram os serviços e as tarifas praticadas pelas concessionárias. Representantes de diversos municípios, como Pinheiral, Conceição de Macabu, Rio das Ostras, Porciúncula, Maricá e muitos também condenaram fortemente o serviço prestado pelas concessionárias e pediram o retorno do serviço da Cedae pública nesses municípios.


Estiveram presentes também os deputados Dani Balbi (Psol) e Renato Machado (PT), além de sindicatos e membros da sociedade civil.

 

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